O Apocalipse e os Sete Selos


   No Apocalipse de São João são citados Sete Selos, os quais correspondem a Sete Igrejas, também a Sete Raças que cada planeta tem de prover, igualmente à Sete Períodos Cósmicos.

   O Apocalipse se dá ao final de cada raça, como um repetido drama que vem catastroficamente para encerrar um ciclo que vive cada humanidade.

   O nascimento de uma nova raça, depende da morte de uma raça anterior, e para isto ocorrem as guerras, as catástrofes naturais tão certamente já profetizadas.

   Os Sete Selos são sete símbolos que representam sete evoluções do fogo, os quais o próprio fogo trata de romper entregando à humanidade dito selo.

   Toda a sabedoria destas sete eras, encontram-se dentro do homem, supor que o passado ou que o futuro existem fora do eterno presente é algo falsamente criado pela mente decomposta que atualmente temos.

   Quando o homem logre romper dentro de si mesmo, estes Sete Selos, por meio da ascensão do Kundalini, então terá acesso à sabedoria e todas estas eras passadas e futuras, pois faz-se uno com o Fogo Divino.

   O Fogo é a Origem e o Destino final de tudo quanto existe.

   Certa vez tivemos a chance de explorar os registros Akáshicos da Natureza, e lá buscando assimilar a maior quantidade de informação possível, para trazer ao físico, nos deparamos com um livro que nos chamou bastante atenção o título. Este livro se chamava “O Livro CLXV”, isto vimos, já quase uma década depois de estar estudando e trabalhando junto aos Mistérios deste Arcano.

   Tal livro continha não só a palavra perdida que só é encontrada ao final das sete raças, mas também o Selo do Fogo, correspondente a cada uma das raças. Foi entregue na Obra CLXV, os selos e seus nomes.

   Se observamos a criação como se dá hoje em dia, a concepção, ou mesmo o ato sexual que dá origem a vida, vamos notar que a vida recapitula todas as anteriores etapas e expressões do fogo, até chegar ao atual estágio que nos encontramos.

   No desenvolvimento do feto, encontramos os mesmos estágios que a humanidade passou desde a primeira raça, até os processos desta quinta raça que atualmente nos encontramos. Isto demonstra claramente que o passado se faz presente e que a natureza em si tem a sabedoria e a viva expressão de tudo quanto já passou.

   Não existe como imaginarmos uma mudança concreta, sem levarmos em consideração que o imperecível só se faz imperecível pelo fogo. Nenhum pensamento que não seja impregnado deste fogo sobrevive.



MDCLXV