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A Alma


   A Alma √© algo que realmente pouco entendemos, e claro que al√©m disto ainda h√° a pr√≥pria Consci√™ncia e o √ćntimo, princ√≠pios e for√ßas que n√≥s n√£o logramos entender ou diferenciar sua manifesta√ß√£o em nosso dia a dia.

   A Humanidade como hoje conhecemos tem algo muito caracter√≠stico e definitivo ao longo da exist√™ncia humana que √© o g√™nero sexual.

   Ou seja, o nosso ve√≠culo f√≠sico, nosso corpo f√≠sico, nasce com caracteres prim√°rios de um g√™nero espec√≠fico. Os caracteres prim√°rios s√£o claro os √≥rg√£os sexuais.

   De acordo com a natureza dos √≥rg√£os sexuais (que definem o g√™nero sexual), vem ent√£o o impulso e a natureza dos caracteres secund√°rios que s√£o o que visualmente no nosso dia a dia diferenciamos o g√™nero feminino do masculino.

   Bem, o motivo de tratarmos desta quest√£o dos sexos (masculino e feminino) hoje , √© que vemos exatamente como polarizam-se as pessoas de cada sexo, com diferentes impulsos, diferentes caracter√≠sticas, realmente uma maneira √ļnica de ser, relativa ao correspondente g√™nero sexual.

   Ent√£o, isto nos traz a quest√£o da Alma, pois a Alma por si s√≥ √© a mesma, √© um mesmo princ√≠pio que pode se manifestar em uma forma f√≠sica masculina e feminina, ainda assim estes atributos e impulsos como se manifestam, vemos s√£o moldados pelo g√™nero sexual, e outras influ√™ncias como o astro que rege quando nasceu, etc., etc.

   E √© muito interessante isto de analisar a quest√£o da rela√ß√£o da manifesta√ß√£o dos atributos da Alma, e mesmo da Consci√™ncia e do Ser por meio de uma pessoa, pois vemos como o meio influencia a manifesta√ß√£o do princ√≠pio. √Č como a luz, que ao passar sob certos prismas, muda de cor refletindo ent√£o a cor em quest√£o. Que √© o mesmo que ocorre com uma pessoa ao usar um √≥culos de tom amarelo, azul ou vermelho, v√™ as cores do mundo sob a influ√™ncia da lente em quest√£o que no caso que estamos explicando √© o g√™nero sexual.

   Assim que, temos de entender que o g√™nero sexual √© definido por dois ve√≠culos de manifesta√ß√£o que temos, que s√£o o Corpo F√≠sico e o Corpo Vital.

   O Corpo vital √© o que molda e o que impulsiona a vida biol√≥gica como conhecemos e ambos tem sexo, por assim dizer.

   Estas discrep√Ęncias entre os caracteres sexuais prim√°rios e secund√°rios, que s√£o os √≥rg√£os sexuais e as demais caracter√≠sticas f√≠sicas como cabelo, formas do corpo, etc., se d√£o comumente por dist√ļrbios n√£o apenas f√≠sicos mas do corpo vital, ou at√© mesmo a ocorr√™ncia do corpo vital sendo de um sexo e o f√≠sico de outro.

   Isto √© o que por vezes gera o transg√™nero, ou mesmo a homossexualidade, que √© o impulso errado em rela√ß√£o ao g√™nero ao qual pertencemos. Se os dois ve√≠culos s√£o do mesmo g√™nero e funcionam normalmente gerando os impulsos e os horm√īnios corretos, torna-se imposs√≠vel estes impulsos equivocados em rela√ß√£o a natureza que √© sexualmente complementar pois tem o prop√≥sito de criar.

   Alguns Mestres afirmam que o tratamento com horm√īnios, relativos aos caracteres prim√°rios f√≠sicos (√≥rg√£os sexuais), auxiliam drasticamente em reverter estes desvios de natureza.

   Claro que nem tudo √© apenas impulso f√≠sico/vital, sempre h√° desvios psicol√≥gicos que podem causar impulsos equivocados mas em geral s√£o estas duas quest√Ķes que acima comentamos que geram estes desvios, mais comumente.

   O motivo do nascimento com ve√≠culos f√≠sico/vital diferentes √© um Karma por conta dos desvios sexuais cometidos em pr√©vias exist√™ncias, degenera√ß√£o sexual.

   Sempre que falamos em Karma, sentimos que as pessoas n√£o entendem realmente o que seja, a grande maioria. O Karma poder√≠amos traduzir como ‚Äúconsequ√™ncia‚ÄĚ.

   Por exemplo, o Karma da fornica√ß√£o, dentre outras coisas √© o C√Ęncer. Porque a Fornica√ß√£o √© a utiliza√ß√£o de algum tipo de energia para fins desnecess√°rios (geralmente a sexual) e de maneira equivocada. Assim que a consequ√™ncia, ou como j√° dissemos, o Karma disto, √© que em nosso corpo a cria√ß√£o igualmente torna-se equivocada, gerando assim c√©lulas fora da serventia, fora da natureza que o corpo precisa o que vemos √© a mesma fornica√ß√£o j√° atuando a n√≠vel celular.

   O Karma, ou a consequ√™ncia da mentira sabemos √© a feiura, a deforma√ß√£o f√≠sica. E isto como todos os demais Karmas, vemos √© uma simples consequ√™ncia de deformarmos a realidade fora. Quando mentimos, quando afirmamos ser verdade algo que n√£o √©, estamos colocando ou tirando algo que ‚Äú√©‚ÄĚ, e esta a√ß√£o √© uma deforma√ß√£o da vis√£o geral e da compreens√£o, que com o tempo torna-se algo f√≠sico, incorpora-se a pessoa como a deforma√ß√£o do que ela mesma √©, em sua apar√™ncia.

   Vejam, por favor, isto que falamos n√£o estamos falando para que se gere √≥dio ou que apontemos o dedo a quem tem quaisquer dificuldades e situa√ß√Ķes dif√≠ceis aqui relatadas, sen√£o que os que tenhamos algum Karma, listado aqui ou n√£o, ou alguma situa√ß√£o dif√≠cil, saibamos realmente observar a situa√ß√£o e entender a origem deste problema e ent√£o dissipar isto da maneira correta e concreta.

   Porque as pessoas em geral se preocupam com a consequ√™ncia, tratam o problema meramente aparente e deixam a fonte ativa, piorando sempre a situa√ß√£o, sen√£o agora, um pouco mais para frente, e sen√£o nesta exist√™ncia em outra.

   O correto √© reverter em nossa Alma estes delitos que ali se instalaram e assim moldar corretamente nosso destino de maneira a que estes problemas que hoje temos, ainda que n√£o sejam revers√≠veis hoje, possam futuramente ser dissipados pela desintegra√ß√£o de sua fonte, de sua origem real.

   Para entender a vida, temos de entender o que √© a Alma, pois o fundamento da Vida, antes de mais nada est√° fundamentado na purifica√ß√£o e na integra√ß√£o da Alma com a Consci√™ncia e com o Ser.



MDCLXV